É um gênero de aves oceânicas da família Stercorariidae. Também conhecidas popularmente como gaivota-rapineira, essas aves se caracterizam pelos costumes rapineiros, capturando peixes mortos e detritos e roubando o alimento de outras aves marinhas.
Não há registro dessa espécie no site
O mandrião-de-cauda-comprida é um pouco menor que os mandriões restantes, distinguindo-se, em plumagem nupcial, pela longa cauda.
Nidifica no norte da Europa, na Groenlândia e no Ártico canadense. Inverna nos oceanos do hemisfério sul. Nos seus movimentos migratórios passa habitualmente ao largo da costa portuguesa, mas raramente se aproxima de terra, apresentando hábitos mais pelágicos que os seus congêneres.
O mandrião-do-sul mede de 55 a 59 centímentros, com uma envergadura de 132 centímetros e peso de 1,45 kilograma. O adulto é idêntico ao juvenil do mandrião-grande(Stercorarius skua) e sua identificação em águas territoriais brasileiras se deu principalmente pela coleta de indivíduos anilhados na Patagônia, onde a espécie se reproduz em novembro. Sua exata diagnose em relação a S. skua, quando efetuada apenas através de binóculos ou fotografia em pleno ar, é subjetiva.
É migrante, no inverno alcança os oceanos Pacífico, Índico e Atlântico.
Mede cerca de 41 cm de comprimento.
O mandrião-parasítico passa a maior parte do tempo no oceano, a poucos quilômetros da costa, voltando para a terra no período reprodutivo.
Espécie migrante do hemisfério norte, presente no Brasil ao longo do litoral, ocasionalmente subindo os rios Amazonas e Negro, chegando até Roraima. Migra durante o inverno tanto para a costa do Oceano Pacífico, atingindo o Estreito de Magalhães, no sul do Chile, quanto para a costa do Oceano Atlântico, até a Terra do Fogo, no sul da Argentina, período em que atinge o Brasil. É encontrada também em outras áreas costeiras do planeta, como no litoral da Europa.
O mandrião-pomarino assim como os demais mandriões, persegue gaivotas e outras aves marinhas, a fim de lhes roubar o alimento.
É um migrante regular, por vezes abundante, no litoral atlântico da África do Sul, Namíbia e Angola, mas no Atlântico sul-ocidental é considerado raro ou esporádico (Olsen & Larsson 1997), embora Olrog (1967) e Escalante (1970,1972) sugiram uma presença mais regular na Argentina e Uruguai.
Não há registro dessa espécie no site
O mandrião-grande é uma ave marinha, de plumagem marrom-escura, peito claro e penas negras.
Vive solitário em alto mar e vem para a costa somente na época do acasalamento.
É encontrado ao largo da Islândia, das ilhas Shetland e da Escócia. No hemisfério sul, os estercorários fazem seus ninhos ao longo da costa da Antártida, do Chile, sul da Argentina e Nova Zelândia. Outros procriam no Ártico e, mais raramente, no sul da Europa.